Voce já teve a certeza de que algo que desejava muito seria seu? Voce sonha, corre atrás, passa por todos os tramites necessários, ainda não há a de que o que você quer é seu, mas voce sabe que é. E quando voce faz planos em cima disso, e fica feliz com isso, mas, no momento em que voce acha que vai pegar o que é seu nas mãos.....não, não é seu, voce não conseguiu.
Aconteceu isso comigo. ior do que não conseguir algo que quer é não conseguir algo que voce tinha certeza que era seu. Meu primeiro sentimento foi de perder o chão que estava debaio de meus pés, meus planos se despedaçando e uma angústia muito forte. Mas depois, refleti e percebi que não era bem assim.
Então eu decidi que não ia cavar um buraco, não ia ficar triste e me lamentando por aquilo que nao aconteceu. Eu escolhi escala uma montanha. Me vi lá embaixo, mas com uma montanha enorme acima de mim, e lá no alto, o topo. Então, comecei a subir. Ontem o dia foi confuso, mas hoje me sinto mais forte, e sei que o que é meu é meu, e está me esperando. Por isso me sinto muito feliz e agradecida por descobrir e viver essa verdade.
Estou lutando pelo que é meu, por isso não tenho o que temer, é uma questão de fé, de certeza de que o novo vai chegar. Sou muito mais forte do que eu mesma posso supor, e essa certeza ninguém pode tirar de mim. Por isso confio, persisto e espero.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
domingo, 28 de junho de 2009
Parabéns pra você
Estou muito feliz! O tema do niver de 1 ano do Gustavo já foi escolhido: Backyardigans. Estava num dilema, queria um tema que tivesse a ver com ele, e não fosse apenas legal ou bonitinho. E como ele ainda não pode escolher.... BEm, esse desenho passa no discovery kids, tem umas músicas bacanas e os bichinhos são muito bonitinhos, e o Gustavo fica prestando atenção quando passa, principalmente na música de abertura. Confesso que eu devo gostar mais do que ele. Mas no dia em que fomos em uma loja para dar uma olhada em enfeites de festa, acreditem, ele viu um pratinho personalizado dos personagens e ficou gritando e só sossegou quando pegou o pratinho. Aí pronto, não tive dúvidas: Backyardigans
.......
E o meu filho entrou na tão temida fase de acordar a noite. Ele sempre dormiu a noite inteira, mas de um mês pra cá, mais ou menos, começou a acordar. Pensei que pudesse ser o leite de peito que já não estava sustentando, mas não. Bem, esse seria assunto para outro post, mas vamos emendar: O Gustavo a cada dia que passava estava mamando menos no peito, e consequentemente meu leite estava diminuindo. Eu insisti por um bom tempo, mas parecia que ele não tava muito a fim do meu peito. Aí começou a acordar no meio da noite. Para completar, eu estava adiando tomar uma medicação justamente por causa do aleitamento. Foi então que decidi: Vou parar de dar o peito. E assim fiz. Não que eu quisesse, por mim, ele mamava até os dois anos, mas ele mesmo estava largando aos poucos, e eu precisava daquela medicação. Foi a melhor decisão, e ele nem sentiu falta. Já mama tranquilamente na mamadeira, mas continua acordando. Minha tia me deu a dica do chazinho: quando ele acordar, dar uma chuquinha de chá bem quentinha, aos poucos ele para de acordar. Vou começar hoje. Tomara que dê certo.
Beijos a todas e até a próxima!
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Fotos!!!
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Do caos à cura
Depois de tanto tempo sem atualizar, o mínimo que posso fazer é dar uma explicação. Lá vai ela: Já falei por aqui de periodos de angústias, cansaço, tristezas e outras coisinhas muito comuns às mamães de primeira viagem. Pois é. Digamos que entrei num super periíodo, onde todos esses sentimentos se misturaram de forma potencializada, adiciona-se a isso um periodo de quase 15 dias em que o Gustavo esteve muito gripado, precisando de muitos cuidados.
O Gustavo já está ótimo. Ele ficou com o pulmãozinho cheio de secreção por mais de uma semana. Estava muito amoado, só queria o colo da mamãe. Precisei fazer nebulizações e ficar dando liquidos pra ele a força, já que ele não queria beber nada. Bem, foi a primeira vez que ele ficou doentinho, Dei conta do recado, graças a Deus. Mas fiquei uma semana praticamente só por conta dele, sem trabalhar em casa, deixando serviço acumular, fazendo só o necessário. Normal, né?
Quanto a mim, bem a história é um pouquinho mais complicada. Uns dois anos antes de engravidar, tive depressão. Fiz tratamento com terapia e psiquiatra (leia-se remédios). Quando engravidei, ainda tomava comprimidos, mas estava parando aos poucos por conta própria, pois estava me sentindo melhor. E ainda fazia terapia. Quando descobri a gravidez, parei de vez com os remédios. O maior medo que nós tinhamos (eu e minha psicóloga) era que eu viesse a ter depressão pós parto. Por motivos de força maior, precisei largar a terapia no meio da gravidez, mas a psicóloga não me abandonou. Ela se colocou à minha disposição e "mandou" que eu a avisasse assim que o bebê nascesse, para que ela fosse me visitar e diagnosticar se havia ou não DPP.
Diagnóstico: negativo. O fato é que dois meses depois, mais ou menos, comecei a ter aqueles sintomas que a maioria das mamães aqui também já descreveram: medo, cansaço, insegurança, tristeza, tudo relacionado ao filho, casamento e a mim própria. Mas como já discutimos aqui, esses são sentimentos comuns, e não representam a existência de uma DPP.
Acontece que nos últimos tempos, esses sentimentos se intensificaram. Tudo se tornou um caos. Um sentimento de impotência e de fracasso tomou conta de mim. Me senti insegura como mãe, mulher, filha. Olhei pra dentro de mim e não gostei do que vi. Senti que estava perdendo o controle sobre minha vida, e um sinal de alerta começou a ser emitido dentro de mim, e foi ficando cada dia mais forte.
Bem, eu poderia escrever detalhadamente tudo o que está acontecendo comigo, mas ficaria um texto grande e chato. O importante é que hoje, graças a um fato, que futuramente posso contar a vocês em outro post, tomei consciência que sozinha eu não posso mais. Preciso sair desse caos e começar a reorganizar minha vida. Liguei para a terapeuta e marquei uma consulta. Depois, chorei, chorei muito. Mas um choro libertador, sabe, como quem começa a nascer de novo. Isso não aconteceu de uma hora para outra. Durante todo esse tempo, durante esse caos, de certa forma eu estava me analisando, olhando pra mim e vendo meus pontos fracos, meus medos. E isso assusta. Mas Deus tem uma presença muito forte em minha vida, e de uma forma muito particular me fez enxergar que com meus esforços e méritos somente eu não vou mudar essa situação.
Decidi escrever tudo isso porque talvez exista uma mãe que esteja passando por uma situação semelhante à minha. Ser mãe é uma experiência maravilhosa, mas exije muito de nós, e por isso, por nos doar tanto, às vezes ficamos fragilizadas ou simplesmente esquecemos de nos cuidar, de olhar um pouco pra nós e ver o que em nós precisa ser cuidado. Por isso eu digo: Se você se sentir assim por muito tempo, a ponto de incomodar muito, não pense que é coisa a toa e que vai passar sozinho. Procure ajuda. É claro que todo mundo tem um dia ou dias em que tudo parece uma loucura e que a gente não vai dar conta, Mas se esse período demorar a passar procure ajuda: converse com outras pessoas, reze, vá a um médico. Você precisa estar bem consigo mesma para dar todo amor que seu filho merece, para que ele cresça feliz e seguro, e claro, pra você e seu marido também serem felizes. Não abra mão do seu bem estar. Mesmo porque, o bem estar de seu filho depende do seu.
Hoje decidi me reinventar, cuidar de mim. E, para usar um lugar comum, um chavão bem conhecido: Que hoje seja o primeiro dia do resto da minha vida!!!!
O Gustavo já está ótimo. Ele ficou com o pulmãozinho cheio de secreção por mais de uma semana. Estava muito amoado, só queria o colo da mamãe. Precisei fazer nebulizações e ficar dando liquidos pra ele a força, já que ele não queria beber nada. Bem, foi a primeira vez que ele ficou doentinho, Dei conta do recado, graças a Deus. Mas fiquei uma semana praticamente só por conta dele, sem trabalhar em casa, deixando serviço acumular, fazendo só o necessário. Normal, né?
Quanto a mim, bem a história é um pouquinho mais complicada. Uns dois anos antes de engravidar, tive depressão. Fiz tratamento com terapia e psiquiatra (leia-se remédios). Quando engravidei, ainda tomava comprimidos, mas estava parando aos poucos por conta própria, pois estava me sentindo melhor. E ainda fazia terapia. Quando descobri a gravidez, parei de vez com os remédios. O maior medo que nós tinhamos (eu e minha psicóloga) era que eu viesse a ter depressão pós parto. Por motivos de força maior, precisei largar a terapia no meio da gravidez, mas a psicóloga não me abandonou. Ela se colocou à minha disposição e "mandou" que eu a avisasse assim que o bebê nascesse, para que ela fosse me visitar e diagnosticar se havia ou não DPP.
Diagnóstico: negativo. O fato é que dois meses depois, mais ou menos, comecei a ter aqueles sintomas que a maioria das mamães aqui também já descreveram: medo, cansaço, insegurança, tristeza, tudo relacionado ao filho, casamento e a mim própria. Mas como já discutimos aqui, esses são sentimentos comuns, e não representam a existência de uma DPP.
Acontece que nos últimos tempos, esses sentimentos se intensificaram. Tudo se tornou um caos. Um sentimento de impotência e de fracasso tomou conta de mim. Me senti insegura como mãe, mulher, filha. Olhei pra dentro de mim e não gostei do que vi. Senti que estava perdendo o controle sobre minha vida, e um sinal de alerta começou a ser emitido dentro de mim, e foi ficando cada dia mais forte.
Bem, eu poderia escrever detalhadamente tudo o que está acontecendo comigo, mas ficaria um texto grande e chato. O importante é que hoje, graças a um fato, que futuramente posso contar a vocês em outro post, tomei consciência que sozinha eu não posso mais. Preciso sair desse caos e começar a reorganizar minha vida. Liguei para a terapeuta e marquei uma consulta. Depois, chorei, chorei muito. Mas um choro libertador, sabe, como quem começa a nascer de novo. Isso não aconteceu de uma hora para outra. Durante todo esse tempo, durante esse caos, de certa forma eu estava me analisando, olhando pra mim e vendo meus pontos fracos, meus medos. E isso assusta. Mas Deus tem uma presença muito forte em minha vida, e de uma forma muito particular me fez enxergar que com meus esforços e méritos somente eu não vou mudar essa situação.
Decidi escrever tudo isso porque talvez exista uma mãe que esteja passando por uma situação semelhante à minha. Ser mãe é uma experiência maravilhosa, mas exije muito de nós, e por isso, por nos doar tanto, às vezes ficamos fragilizadas ou simplesmente esquecemos de nos cuidar, de olhar um pouco pra nós e ver o que em nós precisa ser cuidado. Por isso eu digo: Se você se sentir assim por muito tempo, a ponto de incomodar muito, não pense que é coisa a toa e que vai passar sozinho. Procure ajuda. É claro que todo mundo tem um dia ou dias em que tudo parece uma loucura e que a gente não vai dar conta, Mas se esse período demorar a passar procure ajuda: converse com outras pessoas, reze, vá a um médico. Você precisa estar bem consigo mesma para dar todo amor que seu filho merece, para que ele cresça feliz e seguro, e claro, pra você e seu marido também serem felizes. Não abra mão do seu bem estar. Mesmo porque, o bem estar de seu filho depende do seu.
Hoje decidi me reinventar, cuidar de mim. E, para usar um lugar comum, um chavão bem conhecido: Que hoje seja o primeiro dia do resto da minha vida!!!!
terça-feira, 7 de abril de 2009
Selinhos e foto da semana 7/12

Gahei esse selinho da Juliana, mãe do Tiago. Ju, muito obrigada. As regras são as seguintes:
1. Escrever 3 coisas boas e 3 coisas más, sobre a vizinhança ou sobre o local onde moro;2. Desafiar 6 pessoas a responder o desafio.3. Colocar o link de quem nos indicou.
Coisas boas:
1- O Local é seguro
2- A vizihança é tranquila
3-Tem de tudo por perto (padaria, mercado, ponto de ônibus...)
Coisas más:
1-É longe do centro da cidade
2-Não é minha casa, estou temporariamente morando com meus pais
3- Por isso às vezes me sinto super deslocada.
Desafio passado pra:
http://andredepaula.blogspot.com/
http://andredepaula.blogspot.com/
Gente, estou super atrasada com as fotos da semana. E já tô até parecendo polítio. Sempre prometo ficar em dia com o blog mas não consigo cumprir. Mas antes tarde do que nunca, por isso, aí está a foto.

sexta-feira, 3 de abril de 2009
Festa de aniversário

Gustavo já está com sete meses e eu já estou pensando na festinha de um ano. A princípio, antes mesmo dele nascer, eu sonhava com uma festa grande. Alugar um salão de festas bacanas, animadores, enfim, o melhor. Com o passar do tempo, muitas conversas e também com a crise financeira, comecei a repensar a festa do Gu.
Lendo o post sobre o mesmo assunto no blog da Priscila e conversando com outras pessoas, cheguei à conclusão de que o mais sensato seria fazer uma festa menor, em casa mesmo, para a família e amigos mais próximos.
Mas de algumas coisas não abro mão: quero escolher um tema, fazer uma decoração bacana, muitas, muitas ftos e músicas infantis.... Será uma festa menor, mas não menos grandiosa, porque será feita com muito carinho e amor.
Acho importante comemorar, seja como for, pois a data mara um ano de descobertas, crescimento, felicidades e muito amor. É preciso celebrar essa data tão especial...
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